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História das Relações Internacionais na UFG

Atualizado em 29/06/19 13:15.

 

A trajetória das Relações Internacionais na UFG inicia-se em 1987, ano em que foi implantado o Núcleo de Relações Internacionais da UFG. Posteriormente, no mesmo ano, o prof. Joel Pimentel de Ulhôa, Reitor na época, cria a Assessoria de Assuntos Internacionais, órgão responsável pelo desenvolvimento e ampliação da cooperação internacional da instituição com congêneres de outros países. A primeira assessora nomeada é a profª. Raquel Figueiredo Alessandri Teixeira. Sua tarefa principal inclui, assim, a estruturação da Assessoria por meio da definição dos objetivos, da programação de suas atividades e das condições de funcionamento. 

A iniciativa de investimento no âmbito internacional é, então, muito bem vista no cenário acadêmico, destacando a UFG como uma das mais notáveis universidades a investir nos núcleos de relações internacionais, dessa forma “mantendo contatos importantes que começam a abrir as portas do exterior para a universidade”, conforme o Relatório Sintético das Atividades da UFG em 1987.

No ano seguinte, o prof. Ruy Rodrigues da Silva assume a posição de assessor com o compromisso de manter e desenvolver os trabalhos que já ganhavam notoriedade no âmbito internacional. No ano de 1989, considerando a necessidade de fortalecer e ampliar os trabalhos no âmbito internacional, o supracitado Reitor cria também a Comissão do Conselho Consultivo da Assessoria de Assuntos Internacionais, cujas atribuições, competências e composição foram definidas no Regimento Interno da Assessoria. Nesse mesmo ano, foram designados como membros da comissão os professores Fernando Pelegrini, Heitor Rosa, Raquel Teixeira e Ivo de Carvalho. 

É na gestão do professor Orlando Afonso Valle do Amaral, que a partir de 1991, a então Assessoria passa a se chamar Coordenadoria de Assuntos Internacionais (CAI). Em 1994, retorna à CAI a professora Raquel Teixeira. Entre 1998 e 2005, a profª. Adriane Cecília Teixeira de Oliveira exerce a função de coordenadora, iniciando uma nova fase de desenvolvimento das relações acadêmicas internacionais da UFG.

Em seguida, a professor Ofir Bergemann de Aguiar, da Faculdade de Letras, permanece como a coordenadora de Assuntos Internacionais de janeiro/2006 a janeiro/2018, ampliando a influência e a abrangência dos projetos ligados ao cenário acadêmico internacional e dando continuidade aos trabalhos que há 20 anos têm contribuído no âmbito da cooperação acadêmica internacional da UFG.

Com a posse do novo Reitor eleito em janeiro/2018, o prof. Edward Madureira Brasil, uma significativa reestruturação administrativa da UFG começa a ser realizada, não apenas no que se refere ao pessoal, mas também à criação ou redefinição de setores e órgãos superiores da UFG. Durante boa parte do ano de 2018, a Universidade permanece sem um dirigente para as Relações Internacionais. No mês de agosto/2018, finalmente, o prof. Francisco José Quaresma de Figueiredo, também da FL, é nomeado diretor da nova Diretoria de Relações Internacionais (DRI). Primeiramente, Alexandra Nogueira da Silva, servidora da CAI desde 1993, é nomeada pelo professor Francisco vice-diretora da DRI; em seguida, a gestora dos contratos temporários de professores substitutos da UFG pela ProPessoas, Michele Dionísio da Silva, é convidada para assumir a gestão do setor dos convênios internacionais.

O setor de Convênios Internacionais era, até então, gerido por professoras da FL, que recebiam uma bolsa para dedicarem 10 horas por semana na CAI; dentre elas, Alexandra Almeida de Oliveira e, mais recentemente, Lílian Virgínia Pôrto. Portanto, Michele se torna a primeira servidora técnico-administrativa a assumir a gestão dos Acordos de Cooperação Internacional da UFG. Licenciada e mestre pela FL/UFG, Michele primeiramente abraça a tarefa de reorganizar e consolidar os procedimentos administrativos que o setor requer, tendo em vista, inclusive os novos processos eletrônicos. Providencia a criação do e-mail institucional, a revisão dos procedimentos, dos documentos utilizados e dos arquivos tanto digitais quanto físicos, a elaboração de formulários para solicitação/indicação dos acordos pelo corpo docente da UFG, além da atualização das informações constantes na página eletrônica da DRI. Uma vez feito esse trabalho, os acordos internacionais são finalmente retomados no início do ano de 2019.

Além disso, está sendo providenciada a criação de processo eletrônico do tipo "Administração Geral: Convênios Internacionais", bem como a conversão dos atuais formulários em formulários eletrônicos. Tais iniciativas visam otimizar o processo de estabelecimento dos acordos internacionais, ampliando cada vez mais o número e o escopo das parcerias da UFG. Futuramente, as instituições estrangeiras serão consultadas sobre a viabilidade de assinarem os acordos eletronicamente.

Eis algumas das responsabilidades e metas da DRI:

  • Fomentar a política de relações internacionais na UFG.
  • Assessorar a administração superior da UFG no tocante a assuntos internacionais.
  • Incentivar e apoiar o envolvimento da instituição em acordos de cooperação regulados por agências nacionais e internacionais em programas de cooperação internacional.
  • Incentivar e apoiar o envolvimento da instituição em redes e consórcios de cooperação internacional.
  • Fomentar cursos, pesquisas e eventos internacionais que contribuam para a qualidade do ensino e geração do conhecimento.
  • Promover e estabelecer convênios internacionais.
  • Promover e apoiar a mobilidade internacional de estudantes, docentes e técnico-administrativos.
  • Informar a comunidade universitária e local sobre possibilidades de estudos e pesquisa no exterior por meio da divulgação no portal, redes sociais e impressos.
  • Buscar informação atualizada sobre o contexto universitário internacional.
  • Recepcionar e orientar o visitante internacional na UFG.
  • Estimular o aprendizado de línguas estrangeiras e a oferta de cursos de português para estrangeiros.
  • Promover a visibilidade da UFG em instituições estrangeiras e em eventos internacionais. 
  • Incentivar e apoiar a participação dos docentes e técnicos em concursos, prêmios e publicação de artigos da comunidade universitária em periódicos internacionais.
  • Captar recursos para aplicação na promoção de projetos e programas.
  • Promover intercâmbio técnico científico, administrativo, artístico e cultural com instituições nacionais e internacionais.